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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A Corrida de Obstáculos

Descrição para cegos: A imagem mostra uma sala de jantar, onde, sentados à mesa, um homem à esquerda e uma mulher à direta observam a partida de seu filho. 

A organização Inter-LGBT lançou este ano um vídeo que aborda o difícil exercício da empatia com os LGBT’s. As imagens proporcionam reflexões sobre colocar-se no lugar do outro para entender seus sofrimentos. The Obstacle Course (A Corrida de Obstáculos) aborda o cotidiano de muitos LGBT’s, como as agressões na infância, a exclusão na adolescência, a saída de casa por rejeição familiar, as portas fechadas no mercado de trabalho e a intolerância da sociedade. O vídeo acaba com a mensagem, “Até que a sociedade progrida. Vamos continuar em frente”. Você pode conferi-lo o vídeo aqui. (Robson Martins)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Se pedir respeito é demais…

Descrição para cegos: pintura em aquarela da artista plástica Lívia Costa que mostra apenas metade de um rosto em que se veem traços femininos e masculinos
Por Laianna Janu

Uma transexual baiana é alvo de preconceitos e indigna-se. Ela não é obrigada a aceitar aquela situação. Revida xingamentos hostis por andar de mãos dadas com seu companheiro em uma praça pública, porque para os outros, ali “é um ambiente familiar”. E ela “não é de família”. Mas o preconceito parece não ser ofensivo o suficiente.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Aplicativo identifica lugares de homofobia

Descrição para cegos: Ao centro da imagem encontra-se o símbolo do aplicativo multiplataforma, Espaço Livre. Símbolo composto por um megafone e em seu extremo uma boca aberta.
De uma parceria surgida durante a Virada Cultural 2016 em São Paulo, surgiu o aplicativo multiplataforma Espaço Livre, desenvolvido pelo Instituto Eldorado, o site Catraca Livre, a Microsoft e a empresa TI Comparex. Tem como objetivo identificar os locais onde ocorrem agressões verbais ou físicas contra os LGBTs. Através de registros de usuários, o aplicativo traça um mapa de calor dos lugares onde ocorreu a violência. O aplicativo já se encontra disponível para download. O site Catraca Livre abordou o assunto e você pode conferir clicando aqui. (Daiane Lima)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Jovem reage a pichação em muro de sua casa


Por Dennison Vasconcelos


         No dia 4 deste mês, Ramom Habitsenther, de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, se deparou com uma pichação em sua casa. No muro estava escrito “bichona”. O jovem, de 21 anos, resolveu reagir à atitude homofóbica. “Sou uma bichona de marca maior e não me envergonho nem um pouco disso”, declarou no post do Facebook junto a uma foto tirada em frente ao xingamento na parede.
A atitude do jovem repercutiu nas redes sociais, o post foi curtido por mais de 45 mil pessoas e teve 4 mil compartilhamentos.
A atitude de Ramom ressalta a importância de não se sentir inferior por causa da opção sexual nem de baixar a cabeça para agressões .
Veja abaixo o texto da postagem completo.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Violência Homofóbica na Paraíba


Fruto da intolerância e do preconceito, a violência sofrida pelas pessoas do grupo LGBT vem sendo combatida com veemência. No entanto, cotidianamente ela se manifesta através de ações que vão desde a agressão verbal até a assassinatos. Ouça a entrevista que fiz com Márcio Helder para o programa Espaço Experimental. (Aderlon Amorim)

Parte I