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“LiTer II”, 2012. Fonte: Zanele Muholi. Legenda para cegos: Duas mulheres negras se beijam.
Por: Mariani Pontes
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domingo, 31 de março de 2019
Explorando a lesbianidade afrocentrada de Zanele Muholi
terça-feira, 4 de abril de 2017
De Paris a RuPaul: cultura drag na mídia
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Descrição para cegos:
fotografia de uma drag queen durante a parada do orgulho gay de Seattle, em
1995. Ela está com um dos braços levantados e faz uma careta, exibindo a língua
para fora.
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Por
Matheus Wendell
No
dia 24 de março foi ao ar nos Estados Unidos pelo canal VH1, o primeiro
episódio da nova temporada do reality show RuPaul’s
Drag Race. De acordo com o site Deadline,
foram quase um milhão de telespectadores, o dobro da audiência em relação à
estreia da temporada no ano passado.
Exibido
desde 2009 e apresentado pela drag queen americana RuPaul, o programa traz em
cada edição drags de vários estilos que competem em provas que testam carisma,
singularidade, ousadia e talento.
Mais
do que apenas um reality de entretenimento, o programa acaba sendo também um
excelente instrumento de reflexão e empoderamento. Um observatório das vivências
gays onde já foram discutidos temas como homofobia, transexualidade, depressão,
construções de gênero, racismo, machismo e a relação entre pessoas LGBT e seus
parentes.
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