Fundamental para um bom jornalista é uma boa
escrita, que não se resume a ortografia e pontuação. São cada vez mais comuns
os erros na imprensa quando falamos em identidade de gênero. O Guia para Jornalistas do blog Identidade de Gênero,
busca
dar uma mãozinha para os profissionais evitarem os erros tão comuns na escrita dessa
nova fase social que vivemos. (Dennison Vasconcelos)
terça-feira, 5 de maio de 2015
Atualize-se, jornalista!
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Homotransfobia na Ditadura Militar
Na época da ditadura militar, muitos cidadãos
lutavam diariamente pela liberdade, mas até nos grupos de resistência ao
regime, algumas minorias sofriam discriminação. No caso
específico dos gays, lésbicas, transexuais e travestis é necessária uma
pesquisa muito maior para enxergar suas participações na luta pela democracia. Os
grupos LGBT eram, em geral, mal vistos não somente pelo governo ditatorial, mas
também nos coletivos de da oposição, tendo o homossexual uma imagem desprezada
e temida. "O homem gay afeminado não 'combinava' com a revolução, pois
havia, obviamente, um ideal de corpo revolucionário, hetero, forte, másculo e
cisgênero - e não um corpo 'degenerado', 'perverso', 'doentio' e ‘afeminado."
escreveu Fernanda Dantas Vieira em seu texto para o Portal Forum. Você pode ler
a versão completa clicando no link. (Rennan Ono)
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domingo, 26 de abril de 2015
A mulher que qualquer homem pode ser
Ele
faz a barba, depila-se, prende o cabelo, tira a sobrancelha e a costeleta,
separa a roupa. Para na frente do espelho, limpa a pele, passa corretivo, pó,
mais pó, blush, desenha uma nova e elevada sobrancelha, risca os olhos com um
negro lápis e por cima das pálpebras muito brilho. Cola os enormes cílios
postiços. Ele desenha uma boca maior, pinta a grande boca de vermelho. Coloca a
peruca, põe os brincos. Entra no vestido ligado ao corpo, sobe no salto,
transforma-se em ela. (Dennison Vasconcelos)
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Somos tod@s Verônica: uma análise do caso
Detida em São Paulo no domingo 12 de abril, acusada de agredir uma idosa, Verônica Bolina causou comoção e indignação nas redes sociais. Isto porque, após o ocorrido, ela foi fotografada de forma humilhante, com os seios expostos e rosto desfigurado, resultado de alegado uso desproporcional de força policial. Travestis e transexuais têm seus diretos violados diariamente e, em muitos casos, acabam mortas. No canal de informações Ponte, Renan Quinalha fez uma análise do caso. Você pode ler o texto clicando no link. (Rennan Ono)
domingo, 8 de março de 2015
Quem a homotransfobia matou hoje?
Por Yasmim Pessoa
Raissa,
19 anos. Desde os dez, deixou de ser Raul, seu nome de registro, e iniciou uma
luta contra a sociedade para ser reconhecida pelo gênero com o qual se
identificava. Certa noite foi perseguida por três jovens armados com facas que
a atacaram friamente. Nove facadas acabaram como o sonho dessa jovem. Ela só
queria ser vista como uma mulher. Não deu tempo.
Luana,
23 anos. Desde a infância era apelidada de “Maria Macho” por gostar de brincar
com “coisas de menino”. Rejeitada pela família, foi morar com a companheira em
outra cidade. Na volta pra casa, foi atacada por dois homens e violentada para
que ela se tornasse “mulher de verdade”. Não resistiu à pressão psicológica e
cometeu suicídio. Só queria ser dona do seu corpo para amar sem rótulos. Não
deu tempo.
Marcelo, 35 anos. Há cinco, tinha se
assumido homossexual para a família, mas desde criança ouvia piadinhas sobre
seu jeito “doce” de ser. Voltando do trabalho, foi atraído para uma emboscada e
assassinado com três tiros. Seu único desejo era finalmente ser livre pra amar
quem ele quisesse. Não deu tempo.
Essas não são histórias reais. Mas poderiam ser.
quarta-feira, 4 de março de 2015
A falácia da liberação sexual feminina
![]() |
| Foto: Nayane Maia |
Desde
a revolução sexual nos anos 70, a sexualidade feminina tem sido exaltada pelos
homens, pelos meios de comunicação, pelas mulheres. No entanto, se a mulher
exerce sua sexualidade como bem quer e não para agradar aos outros, acaba por
ser rechaçada na sociedade.
Nesse
cenário, cabe a questão: liberação sexual feminina para quem? Para as mulheres
é que não tem sido. Tomemos por exemplo a cantora norte
americana Miley Cyrus. A moça tem se hipersexualizado, no entanto é firmemente
criticada por não agradar ao público masculino.
No
blog Catárticos,
Clarissa Wolff faz uma profunda reflexão sobre o tema. Você pode ler o texto
clicando no link. (Laís Albuquerque)
terça-feira, 3 de março de 2015
Posso ser chamado pelo meu nome?
Nome social é o nome pelo qual
o indivíduo prefere ser chamado, independente da sua identidade de gênero. Os
travestis e transexuais são as pessoas que mais utilizam o nome social. Vários
órgãos governamentais já adotam essa prática e agora o nome social está sendo
adotado pelo conselho tutelar do Distrito Federal. A matéria divulgada pelo
site EBC no dia 28 de Janeiro de 2015 mostra os avanços alcançados no meio
social em torno do uso do nome social. (Yasmim Pessoa)
Nome social passa a ser adotado nos conselhos tutelares do Distrito Federal
Por Mariana Tokarnia
A Secretaria de
Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal publicou
no dia 28 deste mesmo ano a portaria que determina a inclusão do nome social de
travestis e transexuais em fichas de cadastro, prontuários e documentos
semelhantes. Com isso, tanto os funcionários da secretaria quanto aqueles que
são atendidos por ela poderão usar o nome social. A medida valerá também para
os conselhos tutelares.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
II Colóquio de Diversidade Sexual – com José Baptista de Mello Neto
![]() |
| José Baptista de Mello Neto |
O
II Colóquio de Diversidade Sexual foi realizado no dia 11 de fevereiro com o
professor, advogado e militante José Baptista de Mello Neto. Graduado em Educação,
José Neto é professor nas universidades Federal e Estadual da Paraíba. Ele
também é Coordenador Geral do Comitê Paraibano de Educação em Direitos Humanos
e Presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo da Ordem
dos Advogados do Brasil – secção Paraíba. A organização foi de Aderlon Amorim,
Laís Albuquerque e Yasmim Pessoa.
No primeiro vídeo o
professor José Neto explica como se dá o processo de construção da identidade
sexual.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Religião ou Homossexualidade: O que “surgiu” primeiro?
Que
homossexualidade e religião andam em caminhos opostos todo mundo sabe. Mas, o
que surgiu primeiro? Esse questionamento me veio à cabeça depois de presenciar
varias discussões sobre o assunto. Então resolvi pesquisar. Encontrei um artigo
escrito por Vitor Guidotti para o Amambai Noticias que me esclareceu algumas
dúvidas. (Yasmim Pessoa)
A Homossexualidade e a Religião
Por Vitor Guidotti
O que surgiu primeiro? A religião ou a homossexualidade?
Pergunta essa que poderá exemplificar e promover o entendimento do texto. Bom
seria se a dúvida e a necessidade fossem apenas desvendar a resposta deste
questionamento, porém, infelizmente, um rapaz há uns dias atrás levou 30
facadas por possuir genes diferenciados de outros rapazes que perambulavam pela
rua.
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Violência Homofóbica na Paraíba
Parte I
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Transexualidade na infância
A
transexualidade é uma condição considerada pela Organização Mundial de Saúde
como um transtorno de identidade de gênero. Explicando melhor, é aquela pessoa
que não se identifica com o sexo que nasceu, “uma mulher no corpo de um homem” (ou
vice-versa), como é popularmente é conhecido. Engana-se quem pensa que essa
condição só atinge as pessoas na fase adulta. Há casos em que os sinais da
transexualidade já aparecem na infância, como nos descritos no site Hypescience . (Yasmim
Pessoa)
Crianças
transexuais
10.
A menina transexual que foi proibida de usar o banheiro feminino
Coy
Mathis nasceu com corpo de menino, mas desde os 18 meses de idade se
identificou como sendo menina. E, desde então, é tratada como tal. A escola em
que ela fez o jardim de infância estava completamente ciente de seu caso, mas
quando ela foi para a primeira série, ocorreu um incidente.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Cidade brasileira promove calendário anual LGBT
Por Aderlon Amorim
A ONG Ação Brotar
pela Cidade e Diversidade Sexual, da cidade de Santo André, lançou uma
iniciativa inovadora para este ano. Trata-se da realização de uma série de
palestras durante o ano de 2015. Os palestrantes pretendem conscientizar e
discutir a diversidade sexual de forma que as pessoas conheçam um pouco mais
sobre essa temática.
O calendário está
disponível de forma digital e impresso. O digital foi postado na página da ONG e de acordo com a instituição, a
proposta é alcançar o maior número de pessoas. O impresso é distribuído para
que as principais datas do movimento LGBT sejam lembradas.
A principal temática das
palestras será a luta contra a homofobia e a transfobia. A homofobia e a
transfobia caracterizam-se respectivamente pela violência contra gays e
transexuais e se manifestam através de palavras ou ações.
Os crimes acontecem
muitas vezes pelo preconceito que ainda é notório na sociedade. A campanha na cidade
de Santo André (SP) vai direcionar fatos Municipais e Nacionais da luta LGBT.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Será que todos nós somos conscientes?
Alunos
do curso de Fotografia e Audiovisual escrevem poema e produzem vídeo para
conscientização sobre a diversidade sexual. O poema com versos curtos inspirou
o vídeo e enfatiza o preconceito que ainda existe na sociedade. O poema foi escrito
por Hindemburg Henrique e o trabalho, divulgado pelo site Fábrica de Imagens.
(Aderlon Amorim)
Diversidade sexual e cidadania LGBT
Por Hindemburg Henrique
Diversidade
Diversidade é aceitar o outro
Independente de sua orientação
Da cor da sua pele, sua religião
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Diversidade e representatividade no cinema brasileiro
Cena do filme Hoje eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.
Para a construção e aceitação da identidade
de uma população, a representativade é uma das formas de maior importância.
Ver-se representado, seja nos livros ou nas telas, funciona quase que como um
aval da existência do indivíduo. É uma maneira de ocupar um espaço em sua
sociedade.
O cinema americano começou a
abrir as portas para a diversidade sexual nos anos 80. Com produções ora mais
sutis, ora mais ousadas, as produtoras americanas viram que o público consumia
o que viria a ser um segmento cinematográfico.
Antes tarde do que nunca, o
Brasil passou a perceber isso na última década, quando recortes da diversidade
começaram a figurar mais frequentemente nas produções nacionais.
Você pode conferir um
interessante texto de Renato Cabral, do blog Vestiário, no link abaixo (Laís
Albuquerque).
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