![]() |
Descrição para cegos: na foto, na ordem da esquerda para a direita, estão as drag queens Rita
Von Hunty, Penelopy Jean e Ikaro Kadoshi, apresentadoras do reality “Drag me as
a Queen”, do Canal E!. Por: Reprodução.
Por Matheus Cirne
A matéria, escrita por Camila Brunelli, mostra o trabalho de três drag
queens brasileiras, Rita Von Hunty, Ikaro Kadoshi e Penelopy Jean, que
atualmente apresentam o reality “Drag me as a Queen”, no Canal E! do Brasil. O
programa em questão busca produzir o encontro da participante com sua diva
interior, proporcionando, entre outras coisas, mudanças de cabelo e de maquiagem. Perpassando o
estilo especifico de cada uma das três drags, a matéria ainda aborda o valor
politico que esta arte possui, bem como a importância da representatividade
drag na Tv brasileira.
Para acessar a matéria completa, clique aqui
|
Mostrando postagens com marcador representatividade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador representatividade. Mostrar todas as postagens
domingo, 28 de abril de 2019
Drag me as a Queen: A representatividade drag na Tv brasileira.
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Resenha: Pariah (2011), direção de Dee Rees
| Fonte - Reprodução. Descrição para cegos: Laura (Pernell Walker), à esquerda, gesticula com as mãos enquanto discute com Alike (Adepero Oduye), à direita, no ônibus.
Por: Mariani Pontes
|
Escrito e dirigido pela proeminente cineasta Dee Rees, o longa-metragem “Pariah” (2011) narra a trajetória de auto descoberta e formação identitária de Alike (Adepero Oduye), uma adolescente de 17 anos, negra e lésbica, que mora com sua família de classe média, tradicionalmente evangélica, em Fort Greene, Brooklyn. O filme aborda com grande sensibilidade, as experiências da personagem protagonista nos ambientes que ela ocupa, focando nos núcleos de sua comunidade, família e escola.
Cada espaço representa um âmbito de conflitos internos e externos, o relacionamento que uma jovem mulher negra estabelece com o mundo e o processo pessoal de sentir-se uma inadequada social. Trata-se de uma história reconhecível contada por uma perspectiva deliberadamente silenciada e isso é o que a distingue, tornando a obra tão especial. Enquanto que a estudante exemplar e talentosa escritora vivencia problemas análogos a vida de qualquer outra adolescente (como desilusões amorosas), seu transcurso de amadurecimento é particularizado pela excepcionalidade de se reconhecer a humanidade de uma mulher negra e de todas as possibilidades de sua existência.
É importante estar atento a esses espaços na trama, onde Alike se sente mais confortável e mais próxima de sua essência. Em casa ela defende, mesmo que de maneira silenciosa, sua sexualidade. Não há conflitos internos, mas a necessidade de esconder essa parte de si mesma a seus pais religiosos (Kim Wayans e Charles Parnell). A trama faz refletir até que ponto as frustrações de um indivíduo são realmente suas, o modo como se processa e absorve traumas, assim como o papel da projeção dos sentimentos de terceiros nos anos mais formativos de uma pessoa.
Dessa forma, pondera-se sobre o que é necessário para que se chegue, finalmente, numa fase de liberação e libertação. Imersa num cenário predominante afro-americano, a raça é um fator a ser notado na medida em que são avaliadas as relações intracomunais: a lesbofobia dentro da comunidade negra americana, os papéis de gênero e a misoginia. Essa potencialização de ameaças é capturada pelo magnetismo sereno da atuação de Oduye, que reflete no rosto a consciência de sua personagem.
Fonte - Reprodução. Descrição para cegos: Alike, à direita, mexe no cabelo de sua mãe, Audrey (Kim Wayans), à esquerda. As duas estão sorrindo.
É importante estar atento a esses espaços na trama, onde Alike se sente mais confortável e mais próxima de sua essência. Em casa ela defende, mesmo que de maneira silenciosa, sua sexualidade. Não há conflitos internos, mas a necessidade de esconder essa parte de si mesma a seus pais religiosos (Kim Wayans e Charles Parnell). A trama faz refletir até que ponto as frustrações de um indivíduo são realmente suas, o modo como se processa e absorve traumas, assim como o papel da projeção dos sentimentos de terceiros nos anos mais formativos de uma pessoa.
Dessa forma, pondera-se sobre o que é necessário para que se chegue, finalmente, numa fase de liberação e libertação. Imersa num cenário predominante afro-americano, a raça é um fator a ser notado na medida em que são avaliadas as relações intracomunais: a lesbofobia dentro da comunidade negra americana, os papéis de gênero e a misoginia. Essa potencialização de ameaças é capturada pelo magnetismo sereno da atuação de Oduye, que reflete no rosto a consciência de sua personagem.
O verdadeiro atrito internalizado de Alike diz respeito a expressar suas vontades, seus desejos, e como se proteger até a hora de se libertar, almejando uma conexão e um compromisso com outra menina (Aasha Davis). Isso, por si só, é um ato de coragem: vestir e assumir a vulnerabilidade num espaço que já te vulnerabiliza de modo estrutural. O filme, que é semi-autobiográfico, traça paralelos com a vida da diretora Dee Rees, que também possui suas próprias experiências de aceitação da sexualidade (Rees é lésbica), crescendo como uma mulher negra no sul dos Estados Unidos.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
As heroínas trans de Tangerine
Por Felipe Lima
Dos pés ao fio de
cabelo propositalmente desalinhado, o herói clássico do cinema estadunidense
nunca foi uma pessoa transgênero. As histórias filmadas para cativar, para nos
abrir janelas para novos mundos – e, não menos importante, para fazer toneladas
de dólares –, quase sempre trazem personagens homens cisgêneros para quem os
holofotes estão todos virados. Independentemente de qual faceta do herói a
personagem vai assumir, é sempre assim. Mesmo o estouro das heroínas no cinema
é uma coisa recente. Mas quanto a pessoas trangêneros: são uns gatos-pingados
quase inexistentes.
Marcadores:
aceitação,
Felipe Lima,
filme,
identidade,
LGBT,
mulher,
opinião,
papéis de gênero,
prostituição,
representatividade,
resenha,
Sean Baker,
Tangerine,
transexuais,
transfeminismo,
transgênero
sábado, 3 de junho de 2017
#Representrans
Um projeto
multimidiático idealizado pela estudante de jornalismo da UFPB, Laianna Janu,
que teve início aqui no blog Cidadania e
Diversidade Sexual, ganhou a sua versão em vídeo. O documentário que conta
a história de dois transexuais, Renato Guimarães e Ayune Bezerra têm a intenção
de quebrar preconceitos e mostrar que os transexuais são tão homens e mulheres,
quanto os cis. Assista ao documentário aqui.
(Allan Oliveira)
(Allan Oliveira)
sábado, 15 de abril de 2017
MEL tem nova gestão
Marcadores:
Allan Oliveira,
conquista,
direito,
Eduardo Henrique,
Fernando Luiz Araújo Costa,
mel,
militância,
militância LGBT,
Movimento do Espírito Lilás,
nova gestão,
política,
representatividade
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
#Representrans: Renato Guimarães
![]() |
| Descrição para cegos: sentado, Renato sorri para a foto. Ele não tem barba, tem cabelos curtos e veste camisa branca do seu curso atual, Biologia. |
Por Laianna Janu
Nosso protagonista de
agora está em transição há apenas quatro meses e nesse mesmo período vem
atuando no Petris, Coletivo de Homens Trans da Paraíba, que acolhe e
compartilha experiências com os homens que estão iniciando seu processo de
transição.
Vivenciando
a experiência de uma grande parcela da comunidade LGBT, Renato foi expulso de
casa ao se declarar para a família. Na época, com 18 e ainda se identificando
como mulher lésbica, ele passou um ano mudando para onde recebesse abrigo, como
a casa dos colegas. Hoje divide um lugar com um amigo, mas sobrevive apenas com
bolsas da universidade e não conta com nenhum auxílio, pois seus responsáveis
são da cidade.
Marcadores:
compartilhamento,
família,
homem trans,
hormônio,
Laianna Janu,
preconceito,
relato,
Renato Guimarães,
representatividade,
representrans,
série,
transexual,
transfobia,
visibilidade
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
#Representrans: Maria Medeiros
![]() |
| Descrição para cegos: Maria posa sorrindo para foto que mostra até a altura da cintura. Ela usa vestido, tem cabelos ondulados e está à frente de barracas de acampamento de uma ocupação estudantil. |
Por Laianna Janu
Estudante
de Letras Português que veio do interior a João Pessoa para fazer universidade,
Maria é trans, militante do Levante Popular da Juventude e da setorial LGBT. Na
continuidade dessa série nossa protagonista traz mais reflexões sobre a
transfobia estrural.
Marcadores:
Laianna Janu,
Maria Medeiros,
mulher trans,
preconceito estrutural,
prostituição,
relato,
representatividade,
representrans,
transexual,
transexualidade,
transfobia,
travesti,
UFPB,
visibilidade
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
#Representrans: Ayune Bezerra
![]() |
| Descrição para cegos: Ayune posa séria para foto tirada por uma câmera frontal. Ela é negra, usa grandes brincos e o cabelo liso, comprido e solto. |
Por Laianna Janu
Para
abrir esta série de textos sobre visibilidade e representatividade trans de
estudantes da UFPB, trazemos uma entrevista com a militante, aluna de
Engenharia de Energias Renováveis e mulher trans, Ayune Bezerra.
Marcadores:
Ayune Bezerra,
Laianna Janu,
mulher trans,
Nome social,
passabilidade,
representatividade,
representrans,
série,
transexual,
transexualidade,
transfobia,
travesti,
visibilidade
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Entre gêneros: androgenias e transgressões
| Descrição para cegos: foto mostra Rico
Dalasam, rapper gay, usando vestido e postando bolsa feminina. no meio de uma rua |
Por
Robson Martins
A
desconstrução do feminino e masculino é a essência das fotografias feitas por
Diego Ciarlariello para a exposição Entre
Gêneros.
O fotógrafo é formado em Processos Fotográficos
pelo Senac de São Paulo, com seis anos de atuação no segmento cultural e
ganhador do prêmio de Melhor Fotografia do concurso Revela São Paulo, em 2012.
Arte,
diversidade e gênero se misturam para contar a historia de diversos artistas.
Desde Ney Matogrosso, na década de 70, até jovens cantores como Liniker Barros
e Johnny Hooker. Além destes foram retratados Aretha Sadick, Assucena Assucena
e Raquel Vírginia (ambas do grupo As Bahias e A
Cozinha Mineira), Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes, Gael
Badaró, Jaqueline Rocha Côrtes, João W. Nery (escritor e ativista trans),
Laerte Coutinho (cartunista paulistana), Leci Brandão, Lia Clark, Lineker, Mc
Linn da quebrada, Mel Gonçalves (Banda Uó), Pabllo Vittar e Rico Dalasam.
domingo, 25 de setembro de 2016
Representatividade importa! Relatos de um Beto
Por Laianna Janu
Ok! Você concorda que as pessoas podem fazer parte da comunidade LGBT
desde que seja bem, mas muito bem, longe de seu entorno. Mas, e se essa pessoa
for alguém que você, obrigatoriamente, precisa "suportar" por perto,
o que fazer? Se for, por exemplo, um professor, você vai trancar a disciplina
até que ocorra a mudança do docente?
Essa questão pode parecer boba, mas
mostra a importância da representatividade em todos os lugares e âmbitos
sociais, pois a mera presença é pedagógica.
Marcadores:
Beto,
educação,
enfrentamento,
Laianna Janu,
LGBTfobia,
preconceito,
relato,
representatividade,
Roberto Efrem Filho,
sala de aula,
universidade
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Fãs de Frozen pedem namorada para Elsa
Por Cy Baptista
No
último domingo, a hashtag #GiveElsaAGirlfriend
foi o assunto mais comentado no Twitter, que no Brasil significa Dê a Elsa uma namorada. Elsa é
personagem do filme infantil Frozen: uma
aventura congelante (2013). A animação musical foi produzida pelo estúdio
Walt Disney. A continuação do longa-metragem está prevista para 2018.
Em
fevereiro, aconteceu a primeira iniciativa da campanha, mas no final de semana
a hashtag esteve no trending topics (assunto do momento) mundial.
A usuária Alexis Isabel (@lexi4prez) pediu à Disney a criação de um
relacionamento lésbico da protagonista. Se o pedido for atendido, Elsa será a
primeira princesa lésbica da história dos desenhos animados.
Marcadores:
Alexis Isabel,
animação,
Cy Baptista,
Demi Lovato,
Disney,
Elsa,
Frozen,
Give Elsa a Girlfriend,
lésbica,
princesa,
representatividade,
Twitter
Assinar:
Postagens (Atom)








