quarta-feira, 22 de junho de 2016

A Garota Dinamarquesa representa luta transexual

Descrição para cegos:  Lili Elbe sentada em um sofá, com um livro nas mão, ao lado de seu cachorro.

Por Cy Baptista

O filme A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl) retrata a história real do pintor Einar Wegener, casado com a pintora Gerda Wegener. Eles viveram em Copenhagem, durante a década de 1920. A obra foi lançada no Brasil este ano e está baseado no livro de David Ebershoff. O filme foi dirigido por Tom Hooper, diretor dos renomados filmes O Discurso do Rei e Os Miseráveis.
Einar é interpretado pelo ator inglês Eddie Redmayne, que também deu vida a Lili Elbe, persona feminina de Einar. Lili é a primeira mulher transexual a se submeter às intervenções cirúrgicas. Quem interpretou Gerda foi Alicia Vikander, atriz sueca. Ambos receberam elogios da crítica pela sutileza dos personagens.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Bodas de madeira

Descrição para cegos: Dois losangos sobrepostos. Um com a bandeira símbolo LGBT e outro com alianças para simbolizar as bodas.
Após tantas críticas, mas também aplausos de parte da população brasileira, neste ano o país completa cinco anos de união estável gay. São as bodas de madeira da resolução do STF, que deu aos casais homossexuais os mesmos direitos de pensão e herança, por exemplo, que os casais héteros sempre tiveram. Com a chance de oficializar o amor em meio à diversidade sexual, o número de uniões estáveis só cresce; 112% entre 2011 e 2015. O site Universo AA abordou o tema e você pode conferir a matéria completa clicando aqui.(Ewerton Correia)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Aplicativo identifica lugares de homofobia

Descrição para cegos: Ao centro da imagem encontra-se o símbolo do aplicativo multiplataforma, Espaço Livre. Símbolo composto por um megafone e em seu extremo uma boca aberta.
De uma parceria surgida durante a Virada Cultural 2016 em São Paulo, surgiu o aplicativo multiplataforma Espaço Livre, desenvolvido pelo Instituto Eldorado, o site Catraca Livre, a Microsoft e a empresa TI Comparex. Tem como objetivo identificar os locais onde ocorrem agressões verbais ou físicas contra os LGBTs. Através de registros de usuários, o aplicativo traça um mapa de calor dos lugares onde ocorreu a violência. O aplicativo já se encontra disponível para download. O site Catraca Livre abordou o assunto e você pode conferir clicando aqui. (Daiane Lima)

terça-feira, 14 de junho de 2016

Rapper gay conquista espaço no hip hop

Descrição para cegos:  Na imagem encontra-se o Rapper Rico Dalassam.
O rapper Rico Dalasam difunde a cultura LGBT através do single Esse close eu dei. O cantor expressa no seu trabalho a luta contra a homofobia e o orgulho de ser negro e gay no Brasil. O rapper combina autoaceitação, gênero e sexualidade nos seus versos. O rap também representa o período de transição e afirmação do artista no cenário do hip hop. Confira o clipe aqui. (Cy Baptista)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

IV Colóquio de Diversidade Sexual – com o professor Adriano de León

Descrição para cegos: foto mostra o professor Adriano e a câmera
filmando-o, com ele aparecendo no visor

O professor Adriano de León foi o convidado da turma de Jornalismo e Cidadania do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba para o IV Colóquio de Diversidade Sexual. O encontro aconteceu no dia 2 de maio de 2016, e nele foram discutidos temas como intolerância, discriminação, preconceito e violência contra as pessoas LGBT. Adriano de León é Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco e Mestre em Sociologia Rural pela Universidade Federal da Paraíba. É professor no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFPB. A organização do colóquio foi de Cy Baptista, Daiane Lima e Ewerton Correia.

Confira o colóquio na íntegra:


1- Diversidade Sexual e relações de gênero

Neste primeiro vídeo, o professor Adriano de León explica a diferença de sexo, identidade de gênero e orientação sexual. 



sexta-feira, 3 de junho de 2016

Azul é a cor mais quente e a descoberta da sexualidade

Por Daiane Lima

Azul é a cor mais quente é um filme francês, dirigido por Abdellatif Kechiche e lançado em 2013. A trama conta a história de Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma adolescente de 17 anos que está descobrindo sua sexualidade.
Adèle cursa o ensino médio e tem seus amigos na escola. Uma vida comum de uma estudante. Volta pra casa todos os dias depois das aulas e janta com seus pais. Em meio a isso, Thomas (Jérémie Laheurte), um garoto da escola começa a se interessar por Adèle.
Alertada e influenciada por suas amigas, ela tenta um relacionamento com o rapaz. Não dá certo, pois a garota sente que lhe falta algo.
Um certo dia, caminhando na rua, Adèle vê uma mulher de cabelo curto e azul e se sente atraída pela figura. É Emma (Léa Seydoux), lésbica e estudante de Belas Artes. Ela volta a encontrá-la em um bar gay, onde as duas conversam.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Geni, Bárbara e um Chico colorido

Descrição para cegos: Na imagem encontra-se Chico Buarque com a bandeira símbolo da diversidade sexual sobreposta à sua imagem.
Por Ewerton Correia
“Joga pedra na Geni! Joga bosta na Geni! Ela é feita pra apanhar! Ela é boa de cuspir!”. Esse é um dos pontos altos de uma das músicas de maior sucesso de Chico Buarque de Hollanda, que já nos anos 70 denunciava a hipocrisia da sociedade perante a diversidade sexual e a prostituição.
A tal Geni nasceu Genilvaldo. A obra musical criada para a peça Ópera do Malandro, de 1977, retratava uma travesti humilhada pelo povo da cidade onde o enredo é destrinchado. Ela era vista como imunda e sem dignidade até que um Zepelin ameaça explodir a cidade. Para não atacar, o comandante da nave pede uma noite de prazeres com Geni.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Mesa redonda abordou diversidade e saúde das pessoas LGBT


A mesa aconteceu no Centro de Ciências Médicas e foi organizada pelo Centro Acadêmico de Medicina da Universidade Federal da Paraíba. O evento abordou diversos temas relacionados à comunidade LGBT, trazendo à tona o preconceito e o desrespeito que esse grupo sofre também no atendimento à saúde. Organizada em comemoração ao Dia Internacional contra a Homofobia, a mesa contou com a presença da mulher trans Josy Silva, do homem trans Diego Rodrigues, do professor e drag queen Luís Friday, do Coordenador Municipal de Promoção à Cidadania LGBT, Roberto Maia, e do professor Eduardo Sérgio Soares. A repórter Taisa Fervie entrevistou o professor Eduardo, Diretor do Centro de Ciências Médicas da UFPB. A entrevista foi ao ar no Programa Espaço Experimental, que é veiculado todos os sábados, às 9h, na rádio Tabajara AM (1.110 kHz). (Cy Baptista)

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Campanha aborda a Lesbofobia



Intitulada O preconceito esconde o direito de amar, a campanha organizada pela ONG Maria Quitéria em parceria com o Movimento do Espírito Lilás (MEL) traz um vídeo sobre o relacionamento entre duas mulheres lésbicas. Nele, é mostrado o preconceito e discriminação vividos por elas no dia a dia. O objetivo é combater a lesbofobia e reforçar o respeito a população lésbica. Confira aqui. (Daiane Lima)

terça-feira, 24 de maio de 2016

Plataforma ajuda gays a encontrarem um lar

Descrição para cegos: Símbolo do aplicativo Mona Migs. O símbolo representa uma coroa e em seu entorno cores da bandeira LGBT.
A iniciativa é de estudantes da Universidade Federal de Pernambuco que participaram do evento Startup Weekend UFPE, há menos de um mês. O aplicativo em testes é o Mona Migs e o objetivo é criar uma rede de interessados em abrigar pessoas expulsas de suas casas por serem gays. Em seis dias, mais de 500 pessoas já se mostraram interessadas em receber os expulsos em seus lares. O Mona Migs ainda não está no ar, mas possui página no Facebook para receber sugestões de aprimoramento. O site Canal Tech abordou o tema e você confere clicando aqui.(Ewerton Correia)

sexta-feira, 20 de maio de 2016

ONU lança campanha contra a homofobia



A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil realiza a campanha Livres e iguais, que visa promover igualdade dos direitos das lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis. Em comemoração ao Dia Internacional contra a Homofobia, foi lançado um vídeo que apresenta o depoimento de Rebecca Religare. Ela relata como é ser mulher, negra e lésbica no Brasil. Confira aqui. (Cy Baptista)

terça-feira, 17 de maio de 2016

Dia Internacional Contra a Homofobia

Foto: Paulo Pinto / Fotos Públicas
Descrição para cegos: Ao centro da imagem duas mãos se entrelaçam. Em seus pulsos, bandeiras símbolo LGBT.
Por Cy Baptista

Hoje é comemorado o Dia Internacional contra a Homofobia. Na mesma data, em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o termo homossexualismo da lista de doenças mentais, uma vez que o sufixo “ismo” refere-se a patologia. O novo termo homossexualidade diz respeito ao modo de ser. Por isso, a palavra é mais apropriada quando o assunto é sexualidade.
Lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros unem forças para combater o preconceito e a intolerância. As manifestações visam tornar visível a luta LGBT por igualdade. Além disso, a ocasião é palco de protestos e denúncias. Suas principais bandeiras estão relacionadas à criminalização da homofobia, violência e cidadania.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

‘Bichas’, o documentário


Por Ewerton Correia
Criado, dirigido e editado por Marlon Parente, o documentário Bichas é pernambucano, ousado e diferente das várias maneiras de abordar a diversidade sexual mais vistas. Publicado no YouTube em fevereiro, na sua primeira versão tem quase 500 mil visualizações. Uma segunda versão, que conta com um intérprete em libras, foi colocada na mesma plataforma neste mês e já foi vista por mais de 4 mil internautas.
A proposta do documentário já se mostra em seu título. Bicha é só uma das tantas palavras que na boca de muitos brasileiros servem de xingamentos e vetores de exclusão dos integrantes da comunidade LGBT do convívio social diário. A primeira intenção do material é mostrar que a palavra ‘bicha’ não serve de xingamento algum.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Fãs de Frozen pedem namorada para Elsa


Por Cy Baptista

No último domingo, a hashtag #GiveElsaAGirlfriend foi o assunto mais comentado no Twitter, que no Brasil significa Dê a Elsa uma namorada. Elsa é personagem do filme infantil Frozen: uma aventura congelante (2013). A animação musical foi produzida pelo estúdio Walt Disney. A continuação do longa-metragem está prevista para 2018.
Em fevereiro, aconteceu a primeira iniciativa da campanha, mas no final de semana a hashtag esteve no trending topics (assunto do momento) mundial. A usuária Alexis Isabel (@lexi4prez) pediu à Disney a criação de um relacionamento lésbico da protagonista. Se o pedido for atendido, Elsa será a primeira princesa lésbica da história dos desenhos animados.