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Descrição para cegos: cartaz com duas
mulheres rindo. O título do vídeo “Não aceito meu filho gay” cobre quase a metade da tela. Ao fundo está
o cenário do canal das Bee, que é uma parede repleta de imagens aleatórias,
incluindo a bandeira gay.
O canal das Bee é conhecido no movimento LGBT por
tratar de vários aspectos da vida dos gays, lésbicas, bissexuais e trans. Neste
vídeo, ele traz uma entrevista com duas mães de gays, que contam como foi o
processo de aceitação dos filhos e o quão o apoio das famílias é importante
para pessoas LGBTs enfrentarem o mundo. O vídeo é destinado, principalmente, a
pais que não aceitam seus filhos, por isso o seu título. Assista aqui.
(Allan Oliveira)
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segunda-feira, 5 de junho de 2017
Não aceito meu filho gay
sábado, 3 de junho de 2017
#Representrans
Um projeto
multimidiático idealizado pela estudante de jornalismo da UFPB, Laianna Janu,
que teve início aqui no blog Cidadania e
Diversidade Sexual, ganhou a sua versão em vídeo. O documentário que conta
a história de dois transexuais, Renato Guimarães e Ayune Bezerra têm a intenção
de quebrar preconceitos e mostrar que os transexuais são tão homens e mulheres,
quanto os cis. Assista ao documentário aqui.
(Allan Oliveira)
(Allan Oliveira)
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Ser travesti numa cidade de 6 mil habitantes
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Descrição para cegos: cartaz do filme Amanda e Monick. As protagonistas
aparecem de frente uma para a outra. No centro do cartaz tem o título do curta
junto de dois pares de sapatos femininos. Em cima do cartaz lê-se: “Porque o
que vale em qualquer relacionamento é a felicidade.”
O curta-metragem Amanda e Monick conta a vida de duas
travestis que vivem em Barra de São Miguel, cidade do cariri paraibano que tem
6 mil habitantes. O filme, produzido pelo Departamento de Comunicação Social da
UFCG e dirigido por André Da Costa Pinto, mostra como Amanda e Monick superam
as dificuldades encontradas por travestis em uma cidade pequena e como elas
estão mudando o pensamento das pessoas do local. Assista aqui.(Allan Oliveira)
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segunda-feira, 1 de maio de 2017
Romance Gay lota teatros brasileiros
sábado, 29 de abril de 2017
História de viado
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Descrição para cegos: imagem dividida em 4 partes, em
cada uma aparece um dos entrevistados do documentário. No canto superior
esquerdo, um rapaz de mais ou menos 19 anos sentado na grama; no canto superior
direito, um jovem de mais ou menos 28 anos sentado na grama do que aparenta ser
um parque; no canto inferior esquerdo, um senhor por volta de 55 anos sentado
em uma cadeira, em um pátio escolar; no canto inferior direito, homem por volta
dos 40 anos, sentado em uma poltrona.
Aluno do curso de Jornalismo da
Universidade Federal de Santa Catarina, Daniel Bonfim produziu um interessante
documentário para a disciplina Grande Documentário em Vídeo. A produção História de Viado reúne histórias de
vida de homossexuais e como eles descobriram sua sexualidade. Além disso,
retrata as dificuldades de ser gay em uma sociedade homofóbica e as diferenças
entre como é ser homossexual hoje e como foi ter sido gay décadas atrás.
Assista ao documentário aqui. (Allan
Oliveira)
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quinta-feira, 27 de abril de 2017
Eu gosto mesmo é das bixa, das que são afeminada!
Por Matheus Wendell
Bicha,
travesti, periférica, preta. É assim que MC Linn da Quebrada se define.
Palavras dotadas de excessiva carga negativa, na sua poesia ganham
ressignificados, e são para ela sinônimos de empoderamento, força e
desconstrução.
Linn
faz parte de uma geração na música brasileira atual que tem unido arte e
militância. E foi justamente o funk, gênero extremamente subestimado e deixado
de lado pela crítica musical, que ela escolheu para narrar suas vivências e a
de tantas outras que se identificam com ela. Vivências essas que são
marginalizadas, que não se encontram nas novelas, séries, publicidade, nem na
própria música. E quando retratadas, vêm em tom jocoso, de piada, escárnio.
A
artista, tanto em suas letras quanto em sua postura política, vem para levantar
a discussão sobre gênero, sexualidade e raça. Os papéis socialmente construídos
em torno do masculino e do feminino, a supremacia do homem-hétero-branco-cisgênero,
a segregação que acontece dentro do próprio meio LGBT.
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terça-feira, 25 de abril de 2017
Homofobia institucionalizada na Rússia
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Descrição para cegos: foto de Sergei Lavrov,
Ministro das Relações Exteriores da Rússia.
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Por Allan Oliveira
A
sociedade russa já é reconhecidamente homofóbica, mas recentemente, um
comunicado inusitado do Ministério da Relações Exteriores chamou a atenção do
mundo. Sergei Lavrov, Ministro da pasta, emitiu um comunicado aos cidadãos
pedindo que eles não tivessem atitudes homofóbicas fora da Rússia.
As
diretrizes, segundo ele, servem para que turistas russos evitem confusões ao
redor do mundo. No comunicado, o Ministro explica que existem países onde a Diversidade
Sexual é abrangentemente respeitada, como França, Dinamarca, Canadá e Áustria. A
recomendação aos russos é para que eles não ofendam os cidadãos desses países,
devido às diferenças culturais.
Em
contrapartida, países como a Inglaterra
já avisaram aos seus cidadãos que quando
viajarem para a Rússia, tenham cuidado, pois podem correr perigo caso sejam
pessoas LGBT.
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sábado, 15 de abril de 2017
MEL tem nova gestão
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quinta-feira, 13 de abril de 2017
Uma delegacia contra a homofobia
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Descrição para cegos: À esquerda, uma foto do coordenador do Mel, Fernando Araújo; à direita, foto do delegado Marcelo Falcone. Ambos estão no estúdio, falando ao microfone.
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Desde 2009, funciona em João Pessoa uma Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos. Ouça a entrevista que o responsável por ela, o delegado Marcelo Falcone, e o historiador e professor Fernando Luiz Araújo, do Mel (Movimento do Espírito Lilás), entidade de militância LGBT concederam ao Espaço Experimental, programa produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz). A produção foi de Elizabeth Souza, Jadson Falcão e Thaíse Lourenzo. (Matheus Wendell)
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terça-feira, 11 de abril de 2017
Expulso de casa por ser gay
O canal “Põe na Roda”,
do YouTube, postou recentemente um vídeo que exibe entrevistas com homossexuais
que foram expulsos de casa por serem gays. Com histórias emocionantes, o vídeo
do canal com temática LGBT já foi acessado quase 350 mil vezes. O título do
vídeo é Expulso de Casa Por Ser Gay e
você pode assistir clicando aqui. (Allan
Oliveira)
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Morre Gilbert Baker, criador da bandeira LGBT
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Descrição
para cegos: foto de
Baker olhando para a câmera. |
Por Allan Oliveira
Morreu,
quinta-feira passada, 30 de março, aos 65 nos, em sua residência, o design
gráfico Gilbert Baker, ativista LGBT que criou a bandeira símbolo da causa.
Ao
sair do serviço Militar, nos anos 70, Baker se envolveu intensamente no
movimento LGBT dos EUA, junto com ativistas como Harvey Milk. A bandeira com o
arco-íris foi criada para parada gay de San Francisco de 1978. Depois ela
tornou-se o símbolo LGBT.
Cada
cor da "Rainbow Flag", a bandeira gay, tinha um significado: rosa
(sexualidade), vermelho (vida), laranja (cura), amarelo (luz solar), verde
(natureza), turquesa (arte), anil (harmonia) e violeta (espírito humano).
Posteriormente, o símbolo foi reduzido a seis cores, com o rosa e o anil
removidos, e agora o azul é usado em vez do turquesa.
Enquanto
falava sobre seu projeto em uma exposição de 2015 no Museu de Arte Moderna, em
Nova York, Baker disse porque decidiu que a comunidade LGBT deveria ter uma
bandeira:
-
Uma bandeira nos serve como símbolo de que somos um povo ou uma tribo, se
preferir. E as bandeiras são sobre proclamar poder. Então acho muito
apropriado.
terça-feira, 4 de abril de 2017
De Paris a RuPaul: cultura drag na mídia
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Descrição para cegos:
fotografia de uma drag queen durante a parada do orgulho gay de Seattle, em
1995. Ela está com um dos braços levantados e faz uma careta, exibindo a língua
para fora.
|
Por
Matheus Wendell
No
dia 24 de março foi ao ar nos Estados Unidos pelo canal VH1, o primeiro
episódio da nova temporada do reality show RuPaul’s
Drag Race. De acordo com o site Deadline,
foram quase um milhão de telespectadores, o dobro da audiência em relação à
estreia da temporada no ano passado.
Exibido
desde 2009 e apresentado pela drag queen americana RuPaul, o programa traz em
cada edição drags de vários estilos que competem em provas que testam carisma,
singularidade, ousadia e talento.
Mais
do que apenas um reality de entretenimento, o programa acaba sendo também um
excelente instrumento de reflexão e empoderamento. Um observatório das vivências
gays onde já foram discutidos temas como homofobia, transexualidade, depressão,
construções de gênero, racismo, machismo e a relação entre pessoas LGBT e seus
parentes.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
#Representrans: Renato Guimarães
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| Descrição para cegos: sentado, Renato sorri para a foto. Ele não tem barba, tem cabelos curtos e veste camisa branca do seu curso atual, Biologia. |
Por Laianna Janu
Nosso protagonista de
agora está em transição há apenas quatro meses e nesse mesmo período vem
atuando no Petris, Coletivo de Homens Trans da Paraíba, que acolhe e
compartilha experiências com os homens que estão iniciando seu processo de
transição.
Vivenciando
a experiência de uma grande parcela da comunidade LGBT, Renato foi expulso de
casa ao se declarar para a família. Na época, com 18 e ainda se identificando
como mulher lésbica, ele passou um ano mudando para onde recebesse abrigo, como
a casa dos colegas. Hoje divide um lugar com um amigo, mas sobrevive apenas com
bolsas da universidade e não conta com nenhum auxílio, pois seus responsáveis
são da cidade.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
#Representrans: Maria Medeiros
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| Descrição para cegos: Maria posa sorrindo para foto que mostra até a altura da cintura. Ela usa vestido, tem cabelos ondulados e está à frente de barracas de acampamento de uma ocupação estudantil. |
Por Laianna Janu
Estudante
de Letras Português que veio do interior a João Pessoa para fazer universidade,
Maria é trans, militante do Levante Popular da Juventude e da setorial LGBT. Na
continuidade dessa série nossa protagonista traz mais reflexões sobre a
transfobia estrural.
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