Por Felipe Lima
Dos pés ao fio de
cabelo propositalmente desalinhado, o herói clássico do cinema estadunidense
nunca foi uma pessoa transgênero. As histórias filmadas para cativar, para nos
abrir janelas para novos mundos – e, não menos importante, para fazer toneladas
de dólares –, quase sempre trazem personagens homens cisgêneros para quem os
holofotes estão todos virados. Independentemente de qual faceta do herói a
personagem vai assumir, é sempre assim. Mesmo o estouro das heroínas no cinema
é uma coisa recente. Mas quanto a pessoas trangêneros: são uns gatos-pingados
quase inexistentes.





